I - A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva. (ex-Súmula nº 85 - primeira parte - alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003) II - O acordo individual para compensação de horas é válido, salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. (ex-OJ nº 182 da SBDI-1 - inserida em 08.11.2000) III - O mero não atendimento das exigências legais para a compensação de jornada, inclusive quando encetada mediante acordo tácito, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária, se não dilatada a jornada máxima semanal, sendo devido apenas o respectivo adicional. (ex-Súmula nº 85 - segunda parte - alterada pela Res. 121/2003, DJ 21.11.2003) IV - A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese, as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e, quanto àquelas destinadas à compensação, deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. (ex-OJ nº 220 da SBDI-1 - inserida em 20.06.2001) V - As disposições contidas nesta súmula não se aplicam ao regime compensatório na modalidade banco de horas, que somente pode ser instituído por negociação coletiva. VI - Não é válido acordo de compensação de jornada em atividade insalubre, ainda que estipulado em norma coletiva, sem a necessária inspeção prévia e permissão da autoridade competente, na forma do art. 60 da CLT.
Lidas automaticamente do texto das decisões. Só o tribunal e o período estreitam esta lista.
Situação em que o Tribunal Regional, soberano na análise de fatos e provas (Súmula 126/TST), considerou inválidos os cartões de ponto, em relação aos horários de entrada registrados no período de 01/07/2021 até a rescisão contratual, e o banco de horas…
A Corte local, mantendo a decisão de origem, condenou a reclamada ao pagamento de horas extras, consignando, para tanto, que os cartões de ponto trazidos eram inválidos.
Cinge-se a questão em definir a validade da norma coletiva que estabeleceu compensação de jornada em atividade insalubre, sem autorização da autoridade competente.
Situação em que o Tribunal Regional descaracterizou o acordo de compensação em razão da habitualidade na prestação de horas extras, determinando a aplicação da Súmula 85, IV, do TST.
Não merece reparos a decisão monocrática por meio da qual foi provido o recurso de revista do reclamante para determinar a aplicação do item IV da Súmula 85 do TST no período anterior à Reforma Trabalhista. Agravo a que se nega provimento.
Debate sobre a validade de norma coletiva autorizar instituição de regime de compensação semanal para labor em condições insalubres, dispensando a autorização do Ministério do Trabalho e Emprego.
Quanto ao tema, extrai-se do trecho do acórdão do TRT transcrito pela parte nas razões do recurso de revista o registro fático descrito a partir dos elementos de provas dos autos que a Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do Hospital das…
Cinge-se a controvérsia sobre a possibilidade de validação de norma coletiva que prevê a fixação de acordo de compensação e/ou prorrogação em atividade insalubre.
Não evidenciados quaisquer dos vícios especificados nos artigos 1.022 do CPC e 897-A da CLT, não se viabiliza a oposição dos embargos de declaração. Embargos de declaração rejeitados.
O colegiado assentou que a aplicação imediata da Lei nº 13.467/2017 aos contratos de trabalho em curso — quanto aos fatos geradores ocorridos sob sua vigência — encontra-se pacificada pelo precedente vinculante do Tema nº 23 de Recursos Repetitivos (IRR nº…
Demonstrado, no agravo de instrumento, que o recurso de revista preenche os requisitos do art. 896 da CLT e constatado que a matéria objeto de exame envolve questão afetada pelo Tribunal Pleno desta Corte no Tema 296/IRR/TST , reputa-se caracterizada a…
Acerca da validade das normas coletivas que flexibilizam determinados direitos trabalhistas já não comporta maiores digressões, considerando a jurisprudência pacífica do Supremo Tribunal Federal, proferida no Recurso Extraordinário nº 1.121.633, com…
Na decisão ora agravada, reconheceu-se a transcendência jurídica do recurso de revista, quanto à limitação da condenação aos valores indicados na petição inicial e foi negado provimento ao apelo, para manter a sentença que limitou a condenação aos montantes…
Processo Civil
A) agravo em recurso de revista do reclamante
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