TSTAg-RRAg 662-78.2020.5.11.0018
Doença ocupacional constatada após a despedida: nexo de concausalidade
- Direito do Trabalho
- Direito Civil
- Doença ocupacional constatada após a despedida
- Nexo de concausalidade
- Estabilidade provisória
- Ausência dos requisitos
- Estabilidade Acidentária
- Indenização por Dano Material
Ementa
AGRAVO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO DE REVISTA. LEIS NOS 13.015/2014 E 13.467/2017. DOENÇA OCUPACIONAL CONSTATADA APÓS A DESPEDIDA. NEXO DE CONCAUSALIDADE. SÚMULA Nº 372, II, DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO. ESTABILIDADE PROVISÓRIA. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS. MATÉRIA FÁTICA. O Tribunal Regional, com base na análise do conjunto probatório, concluiu que o afastamento previdenciário do reclamante ocorreu pelo código 91, de 31/07/2012 a 14/03/2013, e que a empresa respeitou o período de estabilidade, dispensando-o apenas em 17/11/2018. Além disso, foi afastada a existência de doença ocupacional equiparada a acidente de trabalho, bem como o nexo de causalidade entre as patologias e a atividade laboral. Diante da natureza fática da controvérsia, aplica-se o óbice da Súmula nº 126 do TST, sendo incabível o reexame de provas em instância extraordinária. Agravo de que se conhece e a que se nega provimento .
Decisão
Acordam os Ministros por unanimidade: conhecer do agravo e, no mérito, negar-lhe provimento.
Indexação
Estabilidade Acidentária; Indenização por Dano Material; Doença Ocupacional