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Jurisprudências

TSTAg-AIRR 1001192-08.2023.5.02.0472

Adicional de insalubridade: grau médio

Relator(a): DELAÍDE ALVES MIRANDA ARANTES

  • Direito do Trabalho
  • Adicional de insalubridade
  • Grau médio
  • Ambiente frio
  • Ausência de epis eficazes
  • Óbice da súmula 126 do TST
  • Banco de horas

Ementa

AGRAVO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO PELA RECLAMADA. 1 - ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. GRAU MÉDIO. AMBIENTE FRIO. AUSÊNCIA DE EPIS EFICAZES. ÓBICE DA SÚMULA 126 DO TST. 1. O Tribunal Regional concluiu devido o adicional de insalubridade, a partir do acervo fático-probatório, notadamente o laudo pericial que concluiu que o reclamante se ativava em câmaras frias. 2. Restou assentado no acórdão recorrido que os EPIs entregues ao reclamante não neutralizaram os agentes biológicos insalubres, o que não foi infirmado por nenhuma prova. 3. Conclusão diversa esbarra no óbice da Súmula 126 do TST, o que impede o processamento do recurso de revista. Agravo conhecido e não provido. 2 - BANCO DE HORAS. VALIDADE. ATIVIDADES INSALUBRES. NORMA COLETIVA. DIALETICIDADE. ÓBICE DA SÚMULA 422, I, DO TST. 1. A Corte de origem concluiu inválida a norma coletiva que estabeleceu o banco de horas, uma vez que não constou dos autos qualquer informação acerca da inspeção prévia realizada por autoridade competente e sua respectiva autorização para a prorrogação da jornada. 2. Os argumentos, nas razões do recurso principal, não impugnam o fundamento do acórdão regional, inviabilizando sua análise, por ausência de dialeticidade. Óbice da Súmula 422, I, do TST. Agravo conhecido e não provido.

Decisão

Acordam os Ministros por unanimidade, conhecer do agravo e, no mérito, negar-lhe provimento. Brasília, 17 de setembro de 2025. DELAÍDE MIRANDA ARANTES Ministra Relatora

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