Pular para o conteúdo
PortalJUSTIÇA
Jurisprudências

TSTAg-AIRR 1000371-19.2021.5.02.0716

Exposição permanente: danos morais

Relator(a): JOSÉ PEDRO DE CAMARGO RODRIGUES DE SOUZA

Ementa

AGRAVO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. EXPOSIÇÃO PERMANENTE. SÚMULA Nº 126. NÃO PROVIMENTO. 1. Na hipótese, o Tribunal Regional, ao examinar o contexto fático probatório constante nos autos, notadamente a prova pericial, concluiu que as atividades desenvolvidas pelo reclamante a serviço da reclamada são insalubres em grau médio (20%), considerando que nas atividades de pintura de portas, janelas, grade, portões e outros ocorre a manipulação habitual e permanente de tintas à base de solvente. Reconheceu, outrossim, o exercício de trabalho insalubre em grau máximo (40%) por contato permanente com esgoto. 2. Para se chegar à conclusão que pretende a empresa, de que a exposição aos agentes insalubres era esporádica, seria necessário o reexame de fatos e provas o que é vedado nesta fase processual, à luz da Súmula nº 126. Agravo a que se nega provimento. DANOS MORAIS. DOENÇA OCUPACIONAL QUE ATINGE COLUNA E JOELHO. DIVERGÊNCIA INSERVÍVEL. NÃO PROVIMENTO. No caso, não se verifica a alegada divergência jurisprudencial, tendo em vista que o aresto paradigma colacionado pela parte em suas razões de recurso de revista não apresenta identidade fática com a questão objeto do exame, revelando-se inespecífico para confronto de teses, nos termos da Súmula nº 296, I. Agravo a que se nega provimento.

Decisão

Acordam os Ministros por unanimidade, negar provimento ao agravo. Brasília, 23 de setembro de 2025. JOSÉ PEDRO DE CAMARGO RODRIGUES DE SOUZA Desembargador Convocado Relator

Cookies e privacidade

Usamos cookies essenciais para o portal funcionar e, se você permitir, o Google Analytics para medir a audiência de forma agregada. Saiba mais na Política de privacidade.